História - Origem da Família Gioppo

No ano 1000 d.c. vieram do sul da Alemanha (Bavária) populações que se estabeleceram no Altiplano de Asiago,e em Rotzo e estabelece uma família de nome "Slaviero",que  em muitos anos se familizaram entre eles e 85% dos habitantes eram de nome "Slaviero" que para diferenciar-se entre os destinos ramos familiares tinham certas comparações:

        Os Slaviero "Gritt",os Slaviero "Pra" , entre muitos os Slavieros "Jop". a palavra "Jop" se pronuncia "Giop", e muitos se chamavam "Giopi".

        Johannes Job tinha um filho em 1597,e o pároco do povo de Rotzo batizou como GIOVANNI DI GIOPI e é o primeiro que mora em Chiuppano.onde tem uma filha em 1631 chamada MADDALENA GIOPPO  tendo outros filhos mais.

        A troca de nomes se sucederam porque a igreja católica no memento,e depois do Concilio Ecumênico de Trento,obriga as igrejas a levar registro de nascimento,batizados e mortes de seus habitantes e mais " italianizar os nomes de sua suas populações todavia bárbaras".que residiram na Itália no século XVI.

        A família Gioppo em sua origem,proveniente do povo de Rotzo,no Altiplano de Asiago e Bajan  pra Chuippano em 1600

        O anos que seguem se multiplicam e sempre estão em Chiuppano,outros vão morar em Piovene,Schio,Montecchio e etc

Historia, estudos, documentos, datas, nomes da família Gioppo

Para falar da origem do Gioppos,e precisamente a origem do nome dos Gioppo é necessário recorrer a duas Bibliografias que muito bem estão escritas e publicadas.

1)"Sulle Rive dell " Astico" storia di Chuippano e Alto Vicentini.F.Rando.Chuippano.1958

2)"Attraverso la Storia. "Cronache della Fammilia Slaviero. Ivo Matteo Slaviero,Rotzo.1997/2000

O primeiro livro,escrito por Francesco Rando foi publicado em Chuippano no ano de 1958 com

nova edição em 1988,é intitulado:"Sulle Rive dell"Astico" Storia di Chuippano e Alto Vincentino

e já tem quase cinqüenta anos publicado.

Esse livro,F.Rando descreve a historia de alguns pequenos povoamento que se formaram na ribeira do Rio Astico,num particular modo do povo de Chuippano,seu povo natal, e a famílias residentes ali no momento.Obviamente a extensa do tema no que levou a estudar profundamente cada família e sua historia,não obstante,referente a família Gioppo existe um interessante estudo,revelando documentos do arquivos paroquiais do povo.

Lamentavelmente(em 1958) somente descrito o parentesco das ultimas sete gerações.Só as linhas e ramificações e mais alguns dados de pessoas importantes para a família Gioppo que viveram ali entre 1624 à 1850

O importante é que a base dos dados que fornece é totalmente é verificável e confiável,já que como a fonte utilizado dos registro paroquiais do povo.Evidentemente deve existir muita mais informações de sua registro que Rando utilizou,já que seu objetivo era achar um registro genealógico.mas era para dar um perfil das distintas famílias de Chuippano e de alguns habitantes que sobressaiam,e que se marca entre o Gioppos de alguns sacerdotes,alcaide e um governador em distintas datas.

O segundo livro é mais recente data,titulado "Attraverso la storia" Cronache dela Família Slaviero" cujo autor é Ivo Matteo Slaviero,publicado em 1997 com um importantíssimo e esclarecedor "aggiornamento" no ano 2000. que esta publicado na integra na Internet

Neste livro,Ivo Matteo Slaviero faz um trabalho profundo e muito preciso,recorrendo a todos os arquivos de Notas de toda parte de Vicenza,arquivos paroquiais e sua Bibliotecas Eclesiásticas e arquivos dos distintos povo de Altiplanos de Asiago,que guardam documentos,escrituras,legados e testamentos,compra de cessão de terrenos e outro bens,inventários,e gerais sucessões do povo de Rotzo,com detalhes descritos de testemunhas e pessoas ali nomeados,que permite com certa facilidade trazer distintas linhas de familiais e filiações entre ano de 1437 ate ao nossos dias,2004

PORQUE PARA FALAR DO GIOPPO TEMOS QUE SE REFERIR AOS SLAVIERO ?

Porque na realidade os Gioppos são Slaviero,que por circunstancia perfeitamente demonstrada"mutan",substituíam o nome no finais dos anos 1450-1490

De maneira generalizada os nomes das pessoas se adaptaram como uma forma de identificação ao redor do ano 1500 à 1600,e são um pouco estáveis a derivação dos nomes podia ser distintos motivos,ofícios familiares(Fabbri),localidade(Del Valle),patronímicos(Del Vechio) etc e bastante tarde em 1871(no caso a Itália) que se estabeleceu os registro civis,com regulamento,farão 13/6/2004 transição e imutáveis nomes masculinos.

E assim é o nosso caso,os documentos desses anos todos paulatinamente se refere aos indivíduos em Rotzo,como Slaviero,Slaviero Job,Job,Iop,Joppo,Giop.Iopo,Giopi,em um arco de 100-120 anos,entre 1450 e 1570,dependendo também dos documentos que se escrevem em latim,dialeto o italiano ao que no final a pronuncia era sempre igual

O sobrenome de "Job" deriva do fato do primogênito de Jacob Slavierii,Johanes,que se chagava como: Johannes filho de Jacob, e por contração Johannes Job,identificando plenamente o ramo de sucessão.

Não obstante,as paróquias e igrejas levam registro de batizo,registro de morte,matrimonio e outros de suas paroquiais que tem no Concilio Ecumênico de Trento de 1561 e ao Vaticano a ordem de proceder nesse aspecto.Apesar de existir uma certa forma de organizar as filiações,já que as escrituras dos indivíduos se nomeia pelos seus pai ao avó.,e freqüentemente ao nome da mãe..Ademais se identificam os nomes dos genitores que falavam morto ..."fu" e "quondam" em italiano e latim,e se estavam vivos ,,,"di"..

O nome se afirma definitivamente com o batizado de Maddalena Gioppo nascida em Chuippano em 1630,cujo pai era Giovano di Giopi di Rotzo,e assim registrada na dita paróquia

E os anos sucessivos aparece somente

 o nome de Gioppo,entre os habitantes de Chuippano,que ao redor de 1800-1850 eram bastante numerosos.

E de ser presumir que Maddalena tenha tido filho homens para transmissão do nome Gioppo

Em caso do nome Gioppo,os muitos documentos que Ivo Matteo Slaviero localizou e publicou é possível de se trazer uma linha genética continua, que se tem em 1385 a 1630 e que se conecta com os documentos trazidos por F. Rando em outro livro.

Evidentemente falta todavia muitas informações que repousa em registro e notários que alguns familiares nossos(Gioppo) deveria poder resgatar e publicar,já que os anteriores são trabalhos particulares de Slaviero e de F.Rando.

Nesse livro se trata de recopilar somente as informações atinentes a família Gioppo em seu distinto período de tempo,que ambas publicações nomeiam anteriormente,tratando assim de certa continuidade,e tem conhecimento das diferentes circunstancias que envolvam os Gioppos

è importante mencionar também a tradição oral familiar,que desde os tempos dos bisavós referem que..O s Gioppos descendem de Johannes Jop de Rotz.." que entre documentos,relatos e lendas eram inúmeros vezes referidos al calor do fogo das noites de inverno.

Essa simples frase,priva de outros detalhes,era suficiente porque encerra as ligações indispensáveis para qualquer busca posterior; em primeiro um lugar e segundo um nome.Também Gaetano Gioppo muito antes de conhecer a existência dos livros mencionados,confirma de maneira exata da tradição oral familiar.

RESUMO DAS INFORMAÇÕES MAIS IMPORTANTES

A continuação tratara de resumir as informações mais importantes de muitos documentos recolhido e creio que são chaves para historia da família

O primeiro e dia 18 de setembro de 1497,que se refere aos contratos de aluguel de vários lotes de terreno em Albaredo di Rotzo a.."Jacobus di Gerardi de Rotz"primeira menção documentada

Esta serie de contratos de aluguel eram chamados: "Jure locationis et renovationis veteris livelli" são muitos importantes que se renovam a cada 9 anos e eles aparecem os nomes dos arrendatários,herdeiros e anteparados a cada documento,datas,esta lá desde o ano de 1551.E um lote importante de informação,aonde pode facilmente estabelecer as linhas de filiações,diagramas genealógicos e quadros familiares.

Igualmente se deus que Gerrardii, pai de Jacobus,estava vivo desde o anos 1380-1385

Outros documentos fundamentais são os testamentos de Johannes quodan Jacobii da data de 21 de maio de 1492.Este documento notoriamente se consegue muitos outros dados importantes como o nome de sua esposa,Anna Cardi, seus filhos( um falecido ao mesmo ano,Giacobi saiu a um filho Hermano também: Johanes Job,Na relação de seus haveres e propriedades.

Não obstante se morrera em 1518,  26 anos depois.Este Johanes e um filho e neto antes nomeado,Jacobus e Gerardii.

E o filho de Jacob(itGiobbe), e sea Job: Johannes Job, o velho Giobbe, de onde começa a diferenciação do ramal familiar do Slaviero.

Entre 1492 e 1598 muita documentação probatória de diferentes tipos,mas é os de 9 de abril de 1598,é o terceiro documento chave aonde Johannes Job troca terrenos em Albaredo di Rotzo

Este Johnannes Job vem sendo o neto de Johannes Job o heurfano,quinto desde o Johannes Job do testamento,e vejo Giobbe,o sétimo descendentes de Gerardi de 1437,e revemos a importância que é Giovani di Gioppi que uma vez estabelecido em Chiuppano formará a descendência de Gioppo de seu povo.

No quarto documento importante em que se refere F.Rando,a busca dos arquivos paroquiais na ata de batismo de Maddalenna Gioppo em Chuippano,filha do anterior nome de Giovanni di Giopi (Johannes Job).

Podemos assim dizer que entre 1437 a 1630 existe 4 documentos fundamentais da família,documentos importantes,entre centenas que existem,que permitem formar um quadro exato.

A maneira de resumo se detalha na linha familiar em Rotzo,chega a Chiuppano.

1385 Girardii Pai

1453 Jacobi Slavierii filho,arreda terras em 1437

1518 Johannes Slavierii "Job" Testamento em 1492,falece 1518

1492 Jacobi (falecido) filho falecido em 1492

1518 Johannes Job neto de Johanes Slaviero " job"

1573 Battista Job

1598 Johannes Job Giovani de Giopi pai

1630 Maddalena Gioppo Filha em Chuippano

Lamentavelmente como tinha dito anteriormente,existe um erro não bem estudado entre 1630 e 1780 em que se depõem somente algumas datas.

Em esse período teremos em 21 de junho de 1631 em Chuippano,numa Ata de Batismo de Maddalena,no qual o Pároco Paolo Sette registra o nome definitivo de GIOPPO,toda a descendência levará esse nome.

em 1760 Giovanni Gioppo é o Alcaide do município de Chiuppano e para 1775 Bartolomeu Gioppo é o governador.

Eles são provalvemente bisneto de Maddalena.Em 1798 morre aos 17 anos de idade Bartolomeu Gioppo,clérigo,provalvelmente filho dos anteriores,e sepultado na Igreja Catedral de São Miguel de Chuippano.

em 1804 Giò Andrea,filha de Petronia Gioppo é nomeado Pároco da Paróquia de Chuippano,por 19 anos,teve sua morte em 1823.

Entre 1847 e 1858 são recordados também: Giovanni Gioppo, chamado de "Gerolin"

                                                            Giovanni Gioppo chamado "Capo"

                                                            Ângelo e Gaetano Gioppo chamado de "Dal Costro"

O quinto documento importante referente a genealogia da família Gioppo que descreve F.Rando em seu livro,onde abraça em linha reta desde 1780 aproximadamente até 1958.O período entre 1958 e ano 2004.se completam por muita informação familiar,se localiza o ramal emigrado para o Brasil em 1892,com mais de 300 Gioppo hoje nesse pais.

Desta maneira se tem um breve resumo das origens da família Gioppo,a raiz e o começo esta seguramente presente no Altiplano de Asiago desde o ano 950 -1000 DC,entre populações que vem do norte(atuais regiões da Bavária e Saxônia na Alemanha) entre os que assentam no Alti Plano e que se formaram a parte milenar da etnia cultural "Cimbra" do Alto Vicentino.

BIBLIOGRAFIA

"Sulle Rive dellAstico" -Storia di Chiuppano e Alto Vicentino F.Rando

Chiuppano(Itália).1958., Reimp.1988

"Attraverso la Storia"- Cronache dela Família Slaviero.Ivo Matteo Slaviero.

Rotzo(Itália) 1997., Aggiornamento 2000.

"Documentos Particulares Familiares" Manolo Gioppo.Venezuela.2004.

"Documentos Particulares Familiares" Gustavo Timermann.Brasil.2004

Manolo Moreno Gioppo Alba.
Venezuela,13/06/2004


É a imagem geográfica "La nostra terra" abaixo e a esquerda está Chiuppano, ao lado de Rotzo no altiplano de Asiago, atrás dos Alpes e mais atrás está Áustria e Alemanha.


A Família Gioppo em sua origem proveniente do Povo de Rotzo e o Altiplano de Asiago e Bajan

O Cimbros (it, i Cimbri ) é a população situado no planalto de Asiago e particularmente na fração de Rotzo e de Roana duas cidades próximas de 6 a 5 quilômetros.

Os "Cimbri" eram descendentes das populações Germânicas que estabeleceram para baixo no Altiplano perto do ano 950-1000 dc.

a população Cimbra, num lugar muito isolado, manteve sua língua original (dialeto Alemão-antigo Bavária)  e poucos habitantes falam essa língua, permanece por mais de 1000 anos.Os Cimbra podia dizer que deram uma forma  de consorcio étnico territorial, isolado totalmente do resto dos italianos, é uma colônia secular,com sua própria língua,com sua opinião religiosa, costume e população.O povo de Rotzo e de Roana falaram sempre a língua dos "cimbra".Somente nos séculos 17 e 18 tão somente timidamente misturam com os italianos.Naqueles lugares da montanha existem até os dias de hoje ,limites de propriedade,escritos antigos diziam: "da cua vanti no sfe cercare ne vache ne femene", isto indica o alto grau de isolamento e pouco sociabilidade daquele povo.

A cultura esta sendo resgatada por muitos habitantes desse lugar,ha um museu,muita literatura,e uma busca para salvar o idioma Cimbra com curso para os interessados.Uma tragédia se sucedeu durante a 1° Guerra Mundial (1915-1918) quando os habitantes  foram deslocados para campo de batalha entre os compatriotas de mesmo solo.Diziam que os Alemães que acreditavam que iam invadir.. Para os Austríacos consideravam italianos rejeitados e para os italianos que achavam ser alemães.

Quando finalizou a guerra retornaram para sua casas,mas não eram mais  700 habitantes...O povo de Rotzo no seu melhores tempos teve sempre 2000 habitantes hoje tem aproximadamente 550 pessoas.

E os Gioppos fez parte dessa historia,um inicio pouco diferente dos demais italianos,no qual nos descendemos de Romanos-Latinos e também Germanos-Longobardos.Hoje em dia podemos ouvir falar do "Cimbro" em Rotzo, Roana, Lusern e mais alguma cidades escondidas nas montanhas.


Manolo Gioppo

 
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